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Dar..

Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca…
Te chama de nomes que eu não escreveria…
Não te vira com delicadeza…
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.

Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar….
Sem querer apresentar pra mãe…
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral…
Te amolece o gingado… 
Te molha o instinto.

Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem 
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.

Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. 
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar
o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
“Que que cê acha amor?”. 
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho…
É não ter alguém para ouvir seus dengos…
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. 

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar

Experimente ser amado…

 

    -Tati Bernardi

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In Memoria

Que seja eterno

Enquanto dure

Enquanto a nossa vida durar

Enquanto nosso tempo não acabar.

Que as lembranças se façam presentes

Que elas matem a saudade

De um dia que outrora 

Fora feliz… alegre!

Mesmo após a nossa morte

Oxalá que algumas histórias fiquem

Para alegrar e ensinar

Os que viverem.

Algumas histórias ficam para sempre,

Outras irão embora, 

Se vão, 

dentro do caixão.

 

LORRANE, Jéssica.

    03/2014

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O que…

O que eu faço?
O que fazer quando algo me incomoda?
Quando me chateia,
ou se alguém me odeia…
O que querer?
O que pedir,
O que escolher?
Fugir, amar? Ou odiar?
O que dizer?
O que não esquecer?
Não esquecer o amor.
Ou o amor,
Ou a amizade?
deixar tudo de lado? ou reviver?
sonhar, amar
ou odiar?
O que? O que?
O que fazer em situações complicadas?
Esquecer as pessoas odiadas,
e reconhecer as amadas?
Mas de uma coisa tenho certeza,
Nunca esquecer pessoas amadas
e deixar de lado as odiadas…
– 
LORRANE, Jéssica
   (primeira escrita)
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“E me beija com calma e fundo, até minh’alma se sentir beijada. O meu amor tem um jeito manso que é só seu, que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos com tantos segredos lindos e indecentes. Depois brinca comigo, ri do meu umbigo e me crava os dentes. Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz. Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.”

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Como amar uma mulher

“Você pode não ser o primeiro homem dela, o último homem dela ou o único homem dela. Ela amou antes, pode ser que ela ame de novo. Mas se ela te ama agora, o que mais importa? Ela não é perfeita – você também não é, e vocês dois podem nunca ser perfeitos juntos, mas se ela te faz rir, te faz pensar duas vezes, e admite ser humana e cometer erros, segure-se a ela e dê a ela o máximo que você puder. Ela pode não estar pensando em você a cada segundo do dia, mas ela te dará uma parte dela que ela sabe que você pode quebrar – o coração dela. Então não machuque ela, não mude ela, não analise e não espere mais do que ela pode dar. Sorria quando ela te fizer feliz, diga a ela quando ela te deixar com raiva, e sinta a falta dela quando ela não estiver por perto.”
                     – Bob Marley